Veículos Elétricos | Dachser estuda painéis solares em semirreboques de mercadorias
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30 Dez Dachser estuda painéis solares em semirreboques de mercadorias

O grupo alemão de transportes e logística Dachser está a participar num projeto-piloto que envolve a utilização de painéis fotovoltaicos no teto de semirreboques. Contando com a participação do maior instituto de investigação de energia solar da Europa – o Fraunhofer Institute for Solar Energy Sistems ISE –, esta parceria tem como objetivo descobrir a quantidade de energia que pode ser gerada por estes painéis durante um ano, contribuindo para a melhoria da sustentabilidade ambiental da empresa e da sua pegada ecológica.

Além dos painéis solares, o equipamento inclui ainda uma unidade de armazenamento de bateria, aquecimento no compartimento de carga, sensores de temperatura e um sistema de controlo. Segundo os cálculos do Fraunhofer Institute for Solar Energy Sistems ISE, os painéis solares podem gerar até 1.700 watts de energia e em conjunto com a unidade de armazenamento é possível manter uma temperatura estável a dois graus celsius no compartimento de carga.

Os resultados deste projeto-piloto irão demonstrar o potencial da energia solar gerada em viagem, admitindo-se que, numa fase posterior de desenvolvimento, esta solução possa vir a ser aplicada em unidades de refrigeração, em camiões frigorífico ou tecnologias de acionamento alternativas.

A divisão Network Management & Organization da Dachser tem vindo a realizar investigações com o protótipo de um reboque solar há já vários anos no Centro Logístico de Ulm, na Alemanha.

A equipa de investigação conseguiu reunir informações valiosas sobre os testes que realizou durante esse período e aplicou-os, ajustando o sistema. Mas, desde abril de 2016, a Dachser uniu forças com o instituto Fraunhofer ISE, o que lhe permitiu ir mais além na sua investigação. Matthieu Ebert, que lidera o projeto na Fraunhofer ISE acredita que é ao gerar, armazenar e usar energia solar em movimento, consegue-se conjugar o transporte com a produção de energia. “A tentativa de combinar as tecnologias de duas indústrias é sempre um desafio, mas neste projeto estamos a colaborar de forma construtiva em soluções inovadoras”, afirma o responsável.

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