Veículos Elétricos | Empresas admitem incluir veículos elétricos nas suas frotas
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07 Ago Empresas admitem incluir veículos elétricos nas suas frotas

Metade das empresas europeias já incluem ou pretendem incluir veículos elétricos ou híbridos nas suas frotas, revela um estudo internacional sobre a política automóvel das empresas que foi conduzido pela consultora Mercer. Denominado “Company Cars Policy Survey 2017”, aquele estudo apresenta ainda uma análise detalhada da realidade nacional.

No que diz respeito a políticas verdes, 71 por cento das empresas portuguesas não considera a possibilidade de implementar políticas que limitem ou reduzam o número de automóveis nas suas frotas e apenas dez por cento admite alterar esta prática nos próximos dois anos. No entanto, 22 por cento refere já ter implementado a introdução de automóveis híbridos ou elétricos nas suas frotas e 29 por cento refere a intenção de o fazer nos próximos dois anos. Quase metade (49 por cento) refere não planear adicionar automóveis híbridos ou elétricos à sua frota, sendo que 53 por cento referiram que não faz parte da sua estratégia limitar o seu parque automóvel a veículos com baixas emissões de CO2.

“Atualmente assistimos a uma crescente preocupação por parte das organizações no que se refere à adoção de políticas verdes em contexto empresarial. No entanto, esta realidade ainda não se reflete de uma forma significativa nas opções concretizadas pelas mesmas, devido sobretudo aos custos que estas alterações implicam. Com este estudo, desenvolvido pela Mercer, partilhamos as principais tendências na área, de forma a alertar para algumas questões que podem ser eventualmente revistas de um ponto de vista organizacional”, refere Tiago Borges, Business Leader de Career da Mercer Portugal.

Por outro lado, o estudo destaca ainda que 67 por cento das empresas utiliza o critério do número de meses para a troca de automóvel, sendo que a maioria (62 por cento) procede à substituição quando os veículos têm entre três a quatro anos.

Relativamente ao tipo de política automóvel que as empresas portuguesas inquiridas adotam, 43 por cento opta por uma política local, 33 por cento admite ter uma política local mas com intervenção da organização-mãe e 24 por cento rege-se por uma estratégia global. Das empresas inquiridas, mais de metade (59 por cento) gere a sua política automóvel a partir do departamento de Recursos Humanos. Em 22 por cento das empresas inquiridas, esta responsabilidade está no departamento Financeiro.

Conduzido entre fevereiro e março deste ano, o estudo Company Cars Policy Survey 2017, foi realizado com base em dados recolhidos de 57 organizações representadas em Portugal, algumas de origem portuguesa e outras com escritórios em território nacional, dos seguintes setores de atividade: banca, farmacêutica, seguros, engenharia, energia, automóvel, tecnologia, saúde, indústria, hotelaria, indústria alimentar e eletricidade.

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