Scania revela camiões e autocarros com energias alternativas | Veículos Elétricos
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Scania revela camiões e autocarros com energias alternativas

No IAA, que vai decorrer em Hanover nos dias 20 a 27 de setembro, a Scania vai revelar camiões e autocarros movidos com energias alternativas ao petróleo ou combinação de ambos.

“Estamos a desenvolver todas as tecnologias alternativas, tendo em conta a respetiva viabilidade comercial”, afirma Christian Levin, diretor de vendas e marketing da Scania.

“Seria inútil lançar produtos que não satisfizessem a realidade empresarial dos nossos clientes. A premissa básica deve ser a de que, a curto prazo, a tecnologia ofereça um custo razoável de propriedade”.

O camião híbrido plug-in e o autocarro elétrico de bateria, em exposição na IAA, cumprem estes critérios. “A Scania está bem posicionada, à medida que a tecnologia se desenvolve graças a soluções mais rentáveis”, refere Levin.

Num estudo relevante, a Scania explorou recentemente diversas vias para atingir zero emissões fósseis nas próximas décadas, desde a eletrificação total até um conjunto de tipos de grupos motopropulsores. O estudo mostra que a rápida expansão dos veículos elétricos irá exigir um investimento quatro a cinco vezes maior em infraestruturas, comparativamente à situação atual, mas que, em 2050, irá ser possível reduzir as despesas de exploração em cerca de 40%.

“De facto, o crescimento dos veículos elétricos com baterias proporciona uma ação mais rentável até à redução total do transporte pesado com veículos movidos a combustíveis fósseis”, refere a Scania. Para o ano de 2031, o custo total de propriedade dos veículos elétricos com bateria atingirá a paridade com o gasóleo em todos os segmentos de veículos, incluindo o transporte de longo curso.

A Scania está empenhada em proporcionar todas as tecnologias que possam, no imediato, ajudar a reduzir as emissões de CO2 . Para conseguir a plena penetração das vendas em 2040, é necessário que a taxa de adoção das novas tecnologias de grupos motopropulsores sem combustíveis fósseis cresça pelo menos entre cinco e dez pontos percentuais por ano, em média, em todo o mundo.

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