Twingo chega ao mercado eletrificado e com 250 km de autonomia | Veículos Elétricos
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Twingo chega ao mercado eletrificado e com 250 km de autonomia

A Renault lançou no mercado o modelo Twing em 1992 e tem vindo sempre a atualizar este citadino. Por isso, a evolução natural é o Twingo tornar-se 100% elétrico.

O Twingo Z.E. chega ao mercado com uma bateria de 22kWh e uma autonomia de cerca de 250 quilómetros em ciclo WLTP City e de 180 quilómetros no ciclo WLTP Completo. A bateria foi desenvolvida em parceria com a LG Chem e é feita com as mais recentes células de iões de lítio. A gestão térmica é assegurada por uma refrigeração a água: uma estreia na gama Renault Z.E. associada ao carregador Caméléon desenvolvido pelo Grupo Renault para o ZOE, a bateria do Twingo Z.E. permite uma recarga otimizada em todos os postos de carregamento de corrente alterna (AC) até 22 kW.

A cadeia de tração – motor, redutor e carregador – do Twingo Z.E. é uma herança do novo ZOE e oferece ao pequeno citadino um  rendimento energético de primeiro plano.

O veículo vem equipado com um motor de 60 kW (82 cavalos) e desenvolve um máximo de 160 Nm. A aceleração dos 0 aos 50 km/h acontece em apenas quatro segundos e a velocidade máxima de 135 km/h.

Quanto aos modos de condução, o Twingo vem equipado com um modo B, graças ao qual o condutor escolhe entre três níveis de travagem regenerativa, que é ativada logo que larga o pedal do acelerador. Na regulação mais acentuada, o automóvel desacelera de forma significativa, o que permite regenerar a bateria mais rapidamente, limitar o recurso ao pedal de travão e tornar mais simples a condução na cidade. Pelo contrário, o nível mais suave deixa que se mantenha a dinâmica, quase como se estivesse em roda livre.

Ao nível da segurança, o Twingo Z.E. vem equipado com o Z.E. Voice, um som identificável no exterior para segurança máxima dos peões. O condutor pode selecionar entre três sonoridades, com uma intensidade que varia em função da velocidade, e que se desativam quando a velocidade ultrapassa 30 km/h, ou quando os ruídos de rolamento produzidos pelos pneus, ou a penetração ao ar são suficientes para assinalar a presença do automóvel.

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