MUBi defende modos ativos durante pandemia de Covid-19 | Veículos Elétricos
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MUBi defende modos ativos durante pandemia de Covid-19

A Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) defende que a utilização de modos suaves, como a bicicleta, são seguros e essenciais ao bem-estar físico e psicológico dos cidadãos durante esta época de pandemia da Covid-19.

A associação defende que “o uso de modos ativos durante a pandemia Covid-19 é seguro e não coloca os outros em perigo, desde que asseguradas as indicações oficiais de proteção da saúde pública”, mais recordando que “a bicicleta tem um papel importante na manutenção da resiliência dos sistemas de transporte, proporciona serviços de distribuição e entregas, substitui viagens em automóvel e ajuda a descongestionar os transportes públicos”.

Em comunicado, a MUBi sugere ainda quem os municípios portugueses implementem infraestruturas temporárias de emergência por forma a garantir maior segurança a quem opte pelos modos ativos de deslocação. É ainda defendido que “o regime de exceção de suspensão de atividade deve abranger os estabelecimentos de manutenção e reparação de bicicletas e eventualmente ser alargado às lojas de venda de bicicletas” e pede que a “a que suspensão do transporte de bicicletas nos comboios da CP seja imediatamente revogada”.

De acordo com a MUBi, cidades de todo o mundo estão a apostar nos modos ativos nesta fase de pandemia. Cidades como Bogotá, Cidade do México, Nova Iorque, Toronto ou Vancouver “estão a implementar, ou a ponderar fazê-lo, medidas temporárias como a criação de ciclovias e o alargamento de passeios, para ajudar o distanciamento social e combater a pandemia Covid-19”. Numa carta dirigida ao governo britânico, mais de uma centena de investigadores nas áreas de saúde pública e de transportes defendem a implementação de infraestruturas de emergência que proporcionem maior segurança a quem se desloca a pé e em bicicleta para o local de trabalho e na ida às compras. Nesta carta, os académicos e especialistas britânicos apelam também ao Governo que publique orientações baseadas em evidências para quem se desloca a pé e em bicicleta, sobre a redução do risco, incluindo a garantia do distanciamento social.

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